O conceito de que as síndromes ligadadas à Obesidade teriam forte base genética parece estar bem estabelecido e aceito pela maioria dos clínicos e pesquisadores. Estudos com gêmeos univitelinos, agregação familiar, associação com diabetes, estudos experimentais em animais, vários genes já descritos, projetos em andamento (genome-wide), enfim, todo um enorme esforço da comunidade médica vem sendo realizado para chegarmos à conclusão que os pacientes obesos mais adoram ouvir: a obesidade não decorre da sua alta ingestão calórica, da escolha de nutrientes super-calóricos, da total indisciplina de horários, da falta de qualquer atividade física, mas SIM!! Os genes é que são os culpados de tudo. Obviamente esta afirmação não condiz com a realidade. Mas, sem dúvida, já temos alguns dados que apontam para um decisivo papel dos genes nas várias fases que levam a obesidade. Neste artigo focalizaremos o gene FTO.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
NOVIDADE NO SETOR DE PERDA DE PESO
O dispositivo removível que é colocado no tubo digestivo por meio de endoscopia.
Na revista "Gastrointestinal Endoscopy" de março de 2010 foi publicado um artigo sobre um tubo com cerca de 60 cm, chamado de Revestimento para duodeno-jejuno ultrapassagem (da sigla em inglês, DJBL) o qual é fabricado em material impermeável (flúor polímero) e colocado, por endoscopia alta, ancorando-se, logo após o estomago, no duodeno e, em parte, no segmento intestinal a seguir (jejuno).
Com este "tubo" impermeável ocorre falta de absorção dos nutrientes ingeridos e obtém-se perda de peso semelhante à cirurgia de diminuição do volume do estomago com encurtamento do intestino (cirurgia chamada de Capella).
Na revista "Gastrointestinal Endoscopy" de março de 2010 foi publicado um artigo sobre um tubo com cerca de 60 cm, chamado de Revestimento para duodeno-jejuno ultrapassagem (da sigla em inglês, DJBL) o qual é fabricado em material impermeável (flúor polímero) e colocado, por endoscopia alta, ancorando-se, logo após o estomago, no duodeno e, em parte, no segmento intestinal a seguir (jejuno).
Com este "tubo" impermeável ocorre falta de absorção dos nutrientes ingeridos e obtém-se perda de peso semelhante à cirurgia de diminuição do volume do estomago com encurtamento do intestino (cirurgia chamada de Capella).
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Obesidade e o risco de câncer
Nos últimos anos, congressos médicos dedicados ao estudo da obesidade apontam para risco maior de câncer na população com obesidade.
As principais suspeitas recaem sobre câncer de mama (na fase pós-menopausa), câncer do cólon (intestino grosso) câncer no endométrio (a camada de células que cobre o útero), o esôfago e os rins. Nas estatísticas oficiais norte-americanas notou-se que 41.000 novos casos de câncer ocorriam em pessoas com índice de massa corporal (IMC) acima de 30.
O IMC é um índice obtido da divisão do peso da pessoa (em quilos) dividido pela altura (em metros) elevado ao quadrado. Por outro lado, quando se procurou saber a causa de morte por câncer (de várias partes do corpo) notou-se que 14% tinham excesso de peso. Este número é mais elevado em mulheres onde 20% apresentavam algum tipo de câncer.
Câncer de mama em obesas
As principais suspeitas recaem sobre câncer de mama (na fase pós-menopausa), câncer do cólon (intestino grosso) câncer no endométrio (a camada de células que cobre o útero), o esôfago e os rins. Nas estatísticas oficiais norte-americanas notou-se que 41.000 novos casos de câncer ocorriam em pessoas com índice de massa corporal (IMC) acima de 30.
O IMC é um índice obtido da divisão do peso da pessoa (em quilos) dividido pela altura (em metros) elevado ao quadrado. Por outro lado, quando se procurou saber a causa de morte por câncer (de várias partes do corpo) notou-se que 14% tinham excesso de peso. Este número é mais elevado em mulheres onde 20% apresentavam algum tipo de câncer.
Câncer de mama em obesas


